Elefante-marinho-do-sul é flagrado descansando em praia e atrai atenção de moradores e turistas.

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Um elefante-marinho-do-sul (Mirounga leonina) foi flagrado, nesta terça-feira (22), descansando na faixa de areia da praia de Agenor de Campos, em Mongaguá, no litoral de São Paulo. Imagens obtidas pelo g1 mostram o animal se exibindo, nas proximidades da Plataforma de Pesca, um ponto turístico da cidade.

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Segundo o Instituto Biopesca, trata-se de um animal adulto com aproximadamente 2,5 metros de comprimento. O animal estava bem nutrido, sem sinais aparentes de ferimentos e não apresentava indícios de encalhe.

O mamífero apareceu pela primeira vez às 10h30 e ficou por quase uma hora na areia, quando decidiu retornar ao mar. Pouco depois, a fêmea retornou novamente a faixa de areia, atraindo a atenção de moradores e turistas.

A visita ilustre mobilizou a Guarda Civil Municipal e a Secretaria de Meio Ambiente, que isolaram a área e orientaram banhistas a manterem distância para evitar estresse ao animal. A recomendação segue as diretrizes de segurança e bem-estar da fauna marinha.

De acordo com os técnicos, o comportamento é considerado natural para a espécie, principalmente durante o período de migração. A expectativa é que ele retome a rota por conta própria, assim que se sentir seguro.

Em nota, a instituição reforçou que, ao avistar um animal marinho na praia, a população deve evitar qualquer aproximação, não tocar, não alimentar e acionar os órgãos ambientais responsáveis.

O elefante-marinho-do-sul é um mamífero da ordem dos pinípedes, grupo que inclui ainda focas, leões-marinhos e morsas. Essa espécie costuma habitar regiões subantárticas, onde se reproduz e realiza longas migrações em busca de alimento e descanso.

Embora aparições no litoral paulista sejam incomuns, não são inéditas. No início de julho, um elefante-marinho jovem foi resgatado no Guarujá após ser encontrado ferido em um costão rochoso. Com cerca de 94 kg, o animal apresentava lesões na lateral do corpo e foi socorrido por técnicos do Instituto Gremar.

De acordo com especialistas, fatores como alterações climáticas e mudanças nas correntes oceânicas podem estar influenciando o deslocamento desses animais para regiões mais ao norte, onde costumavam ser raros.

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