Baixada Santista registra mais duas mortes por dengue e totaliza sete óbitos em 2025
A Baixada Santista registrou mais duas mortes em decorrência da dengue, elevando o total de óbitos pela doença na região para sete em 2025, de acordo com o Painel de Arboviroses do Estado de São Paulo. Os óbitos foram confirmados pelas prefeituras de Praia Grande e São Vicente.
Em Praia Grande, um idoso de 80 anos faleceu no dia 17 de maio. A administração municipal informou que, após a notificação da suspeita, equipes da Divisão de Saúde Ambiental realizaram o bloqueio de criadouros e nebulização no local do óbito e em nove quarteirões ao redor.
Já em São Vicente, um homem de 33 anos morreu no dia 29 de março no Hospital Ana Costa de Santos. A vítima não apresentava comorbidades. A prefeitura informou que um óbito pelo agravo da doença está sob investigação.
A primeira morte por dengue na região em 2025 ocorreu em Peruíbe, em janeiro. A vítima, um idoso de 92 anos com múltiplas comorbidades, foi atendida na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade e transferida para o Hospital Emílio Ribas, em Santos, onde faleceu. A confirmação da causa da morte como dengue ocorreu em 21 de fevereiro.
O Painel de Arboviroses indica que a Baixada Santista já contabiliza 6.633 casos confirmados de dengue em 2025, além de 8.364 em investigação.
A vacinação contra a dengue é realizada em duas doses, com intervalo de três meses entre elas. Para se vacinar, é necessário comparecer a uma Unidade Básica de Saúde (UBS) com documento de identidade, caderneta de vacinação e comprovante de residência ou escolar. Em caso de infecção após a primeira dose, a segunda deve ser aplicada conforme o calendário, respeitando um intervalo mínimo de 30 dias entre a doença e a segunda aplicação.
Os sintomas da dengue incluem febre alta, dor atrás dos olhos, dores no corpo, músculos e articulações, manchas avermelhadas na pele e coceira, além de náuseas.
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